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Como é o exame do Pé Descalço

Conheça o exame Pé Descalço e como funciona a metodologia dos colares


Ei pessoinhas dançantes, quem aí sabe como é o exame Pé Descalço?! Bom, quem acompanha a gente por aqui ou pelas redes sociais (Facebook Instagram e Youtube) sabe que nós somos da escola de forró Pé Descalço, que é uma escola de Belo Horizonte, mas que tem unidades em várias cidades do país. Como eu moro em Juiz de Fora, sou da unidade daqui e o Ruan vem quase todo fim de semana para fazer aula me ver Oo haha. (Nos últimos meses eu também comecei a dar aula de dança na unidade e está sendo uma experiência incrível, logo eu conto melhor pra vcs sobre isso!).

O Pé Descalço é uma escola bem conhecida no Brasil e no mundo (sim, principalmente na europa!), e um dos nossos diferenciais é a metodologia de ensino. Nós dividimos os alunos em níveis de aprendizado, chamados de rodas. Cada roda tem certos conceitos e figuras de dança adequados ao nível dos alunos que estão nela. Cada roda é representada por um colar com o símbolo da escola, cada colar tem sua cor (que representa a roda) e seu significado. E para passar de nível/roda e conquistar novos colares o aluno tem que fazer o exame de colar, o famoso exame Pé Descalço.Veja mais sobre o significado de cada colar neste link aqui.

Exame Pé Descalço Exame de colares

E quem já sabe de isso tudo ou tá sabendo agora sempre fica com aquela curiosidade: Mas como é exatamente o exame Pé Descalço? Todos ficam esperando do lado de fora e entram numa sala de audição? O aluno tem que dançar tudo que sabe e fazer certos passos específicos? Todos passam? Todos tomam pau? É super tenso? Enfim...para sanar tooodas essas e outras dúvidas, eu e Ruan aproveitamos nossa viagem até BH para fazer também o nosso exame e mostramos como é o Exame Pé Descalço. Acompanhamos alguns alunos que fizeram exame, conversamos com examinador e mostramos a festa linda que realmente é esse dia para nós! Assista tudo no vídeo abaixo:


Bom, para quem ficou na curiosidade também sobre os resultados dos exames, o único da matéria que passou foi o Ruan (\o/) – não pelo mortal, haha, mas por que dançou muito mesmo e conseguiu desenvolver os conceitos de dança requisitados para estar na roda da preta :) Claro que todos dançaram pra caramba, principalmente o Herquitiano, mas quanto mais alto o nível, maior a responsabilidade e exigência!

Algo que eu acho importante destacar sobre o exame Pé Descalço é que, assim como a Adriana fala na matéria, ele tem que ser visto como algo positivo, seja para quem passa ou para quem “toma pau”, afinal, o ideal é você estar na roda de aprendizado mais adequada ao seu nível; se não, você acaba prejudicando o seu aprendizado e também o do outros. A metodologia do exame é feita para ter a divisão dos alunos na hora do aprendizado sistemático, mas existem outros momentos das aulas e do Pé Descalço que todos dançam com todos, para também ter a troca de conhecimento entre alunos de níveis diferentes. Além disso, o exame é uma forma da gente querer crescer sempre na nossa dança, afinal, assim como na vida em geral, nosso objetivo é sempre evoluir, certo?! ;)

Workshop e Exame Pé Descalço Juiz de Fora


Falaaaaando em exame Pé Descalço, esse fim de semana teremos workshop e exame de colares da nossa unidade aqui de Juiz de Fora. No sábado, dia 10, teremos workshop com professores da vermelha de BH e no domingo, dia 11, teremos o exame de colares. Apesar de ser menor, pois é focado mais em Juiz de Fora e região, nosso evento é lindo de se ver e aberto a todos que queiram participar! Os workshops são de todos os níveis, ideal tanto para quem já dança e quer aprender coisas novas, quanto para quem quer aprender do zero! Veja abaixo o vídeo que fizemos para dar um gostinho de como é essa festa linda!



Exame Pé Descalço Juiz de Fora 2017



5º Festival Nacional de Danças de Salão em Juiz de Fora


Espaço Arte Cultural Pires Basílio promove workshops de danças de salão em Juiz de Fora

Festival de dança de salão Juiz de Fora escola de dança
5º Festival de Danças de Salão de Juiz de Fora.

Nesse final de semana, Juiz de Fora foi palco da quinta edição do Festival Nacional de Danças de Salão, organizado pela escola de dança de salão Espaço Arte Cultural Pires Basílio. O evento aconteceu no final de semana dos dias 26 a 28 de agosto e contou com workshops de samba, forró, bolero, zouk, bachata, salsa e técnicas e movimentos de dança com profissionais renomados, como Leandro Azevedo, do Espaço Leandro Azevedo e Paulo Soares, da Escola de Dança Centro Cultural Jaime Arôxa. Além de outros professores de escolas de dança de salão da região, sendo alguns deles campeões de outras edições do Festival.

Para tentar compilar um pouco do que vi no evento e passar a energia gostosa que é a dança de salão, o meu namorado lindo e agora editor oficial de vídeos do blog rs, Ruan Senna, fez um vídeo do Festival, vejam que legal:



Conversei com Elis Pires, professora do Espaço Arte Cultural Pires Basílio e organizadora do Festival, ela observou que recebem sempre muitas inscritos de fora da cidade, tanto de cidades vizinhas, quanto de outras regiões: "Esse ano recebemos turmas de inscritos de Araruama, Rio de Janeiro, Jundiaí. O Festival atrai sempre muitas pessoas de fora da cidade, muitos são nossos parceiros e amigos que fazemos quando viajamos para Congressos", comenta Elis.

No sábado de manhã, dia 27, eu acompanhei algumas aulas do Festival e adorei o espaço, os professores e a dedicação dos participantes. Logo cedo os anfitriões do Festival, ministraram o workshop de Musicalidade e Consciência Corporal. Os exercícios do curso eram bem interessantes, trabalhavam conceitos de auto-conhecimento do corpo e do corpo do parceiro, eles propuseram que os alunos tocassem no próprio corpo, trabalhassem em duplas fazendo montagem de poses um no outro, vendados, interpretassem a letra da música de forma teatral, além de trabalhos de ação e reação. Eu adorei a proposta, acho que muitas pessoas se sentem travadas na dança, pois não conhecem o próprio corpo, não têm controle sobre seus próprios movimentos e também não escutam a música. Além disso, os exercícios trabalhavam a interação com o parceiro, primordial na dança de salão.

Veja algumas fotos da aula de Consciência corporal e musicalidade.

Festival de dança de salão Juiz de Fora escola de dança
Workshop de Consciência corporal e musicalidade.
Festival de dança de salão Juiz de Fora escola de dança
Workshop de Consciência corporal e musicalidade.

Ainda no sábado acompanhei o workshop de bachata do casal Rômulo e Rafaela Nascimento, da escola de dança de salão PC e Edna, de São João Del Rei, Minas Gerais. A aula deles foi super divertida e cheia de molejo, aja quadril pra dançar bachata rs. Eles ensinaram os principais passos da base da bachata e todos terminarem a aula já dançando um pouco desse ritmo.

Festival de dança de salão Juiz de Fora escola de dança
Aula de bachata com Rômulo e Rafael Nascimento.
Veja mais fotos do evento lá no Facebook do blog Nos Passos da Dança.

A bachata é uma dança linda e com uma pegada muito sensual, eu adoro esses tipos de dança, românticas e sensual, tipo o zouk também. Veja o casal Rômulo e Rafael Nascimento dando uma palinha dessa dança maravilhosa, olha que arraso!



Como parte da programação do Festival, aconteceu também a Mostra de Dança competitiva e não competitiva de conjunto e casal, de diversos ritmos, escolas e profissionais.

Como todos já sabem, apesar de ser apaixonada por dança de forma geral, meu coração e meus pezinhos batem mais forte pela dança de salão. Acho linda a dança a dois, a interação entre os corpos, a condução dos movimentos e o envolvimento com a música. Que venham mais eventos de dança de salão em Juiz de Fora, precisamos de inciativas como essas para promover e incentivar cada vez mais a dança na nossa cidade!

Casais da dança: juntos nessa paixão – Vantagens e desafios de ter um amor da dança

Encontrar um amor que também dança é incrível. Há muitas vantagens numa relação de casais da dança, mas há também os desafios. 


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Casal da dança Nathália e Alexey na apresentação de zouk na qual foram o casal principal.

Para nós, pessoinhas dançantes e apaixonadas por essa arte, encontrar um amor que também dance é simplesmente sensacional.  Por ter essa paixão em comum, o casal tem sempre muitos assuntos para conversar e ficam horas falando sobre dança, vendo vídeos, discutindo conceitos e treinando passos. Planejam ir juntos a congressos e festivais de dança ou sempre incluem no roteiro da viagem algum lugar para dançar. Os dois gostam de sair para dançar e seja a festa que for, sempre terão seu/sua companheiro/a de dança. Fazem amigos em comum pela dança e, em muitos casos, trabalham juntos com isso. 

Quando o nível de paixão dos dois pela dança é parecido, os estilos de vida são similares e fica mais fica entender a prioridades que damos para a dança na nossa vida, seja para as aulas, ensaios, apresentações ou mesmo para os bailes e congressos. Além disso, quando o casal é da dança, principalmente da dança a dois, também é mais fácil compreenderem que dançar coladinho com outro alguém não tem nada demais, é apenas uma dança mesmo. Quem não é do meio, dificilmente entende isso.

Mas nem tudo são flores, claro que há também os desafios de se ter um companheiro que também dança. Muitas vezes as opiniões divergem sobre o, daí a discussão pode render. Para os que trabalham juntos com dança, também existe o desafio de separar o lado pessoal do casal, do lado de parceiros e profissionais de dança. 

Mas resolvi perguntar aos casais que entrevistei para essa série, quais as vantagens e os desafios que eles encontram com seus parceiros. Veja abaixo as respostas desses casais da dança:

 Vantagens e desafios de ter um amor da dança

Carla e Joseph


Casados e professores de balé e jazz na escola Magia da Dança. Veja a história deles no primeiro post da série Casais da dança.

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Carla e Joseph. Créditos: arquivo pessoal.
VANTAGENS

Para ela: “São muitas. O que falta em mim ele tem, o que falta nele eu tenho. Ele é muito criativo para montagens de cenário, figurino e produção artística; e eu na parte de coreografias e enredo de apresentações, por exemplo. A gente se completa mesmo na dança.”


DESAFIOS

Para ela: “A convivência constante pode gerar desafios. Por estarmos sempre juntos e falando da mesma coisa, obviamente que às vezes pensamos diferentes e surgem divergência de opiniões, mas conseguimos resolver tranquilamente.”

Clarissa e Felipe


Namorados, diretores e professores na escola Pé Descalço de Juiz de Fora. Veja a história deles no segundo post dessa série Casais da dança.

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Clarissa e Felipe. Créditos: Priscila Machado.


VANTAGENS

Para ela: “Por trabalharmos com dança e estarmos sempre treinando juntos, a gente cresce e evolui na nossa dança muito mais rápido. É ótimo ter alguém que temos liberdade e podemos treinar sempre.” 

Para ele: “ Concordo com ela e acho que ter uma parceira que dança para quem é professor é essencial, pois estamos sempre treinando juntos e também temos sempre alguém para sair para dançar.”

DESAFIOS

Para ela: “Ás vezes dá conflito de opinião sobre alguns assuntos da dança e da escola, é normal. Por ter muita liberdade um com o outro, às vezes ficamos muito exigentes e críticos com nosso parceiro de forma que não podemos ser com outras pessoas. Isso é delicado.”

Para ele: “Não viciar sua dança com um parceiro só é desafiador. É importante que o casal dance separado também para não acostumar a dança só com aquele parceiro. Tem que treinar junto, mas tem que dançar separado também.”


Angela e Paulo


Namorados, alunos de dança e ele também é professor de dança. Veja a história deles no segundo post dessa série Casais da dança.

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Angela e Paulo. Créditos: arquivo pessoal.

VANTAGENS

Para ela: “Ter um companheiro que dança é ótimo, tem muitas vantagens. Ter alguém para sair para dançar com você sempre é muito bom.”

Para ele: “Como sou professor, tenho sempre muitos bailes e eventos para ir. Ter alguém animada que goste de ir comigo e ainda se diverte lá também, me deixa muito feliz e tranquilo.”

DESAFIOS

Para ela: “Um desafio é que quando saímos para dançar em eventos com alunos, se deixar eu nem consigo dançar uma música com ele. Não tenho ele só pra mim, né?!rs Mas eu entendo, me divirto também.”

Para ele: “Exatamente por ter que dançar com várias alunas e ser muito chamado para dançar nos bailes, se for uma namorada que não é da dança não entende e tem ciúmes. Quando a pessoa é da dança é mais fácil de entender isso.”


Jessyca e Krepp


Namorados, professores de dança na escola In Dança e Pé Descalço JF. Veja a história deles nsegundo post dessa série Casais da dança.

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Jessyca e Carlos. Créditos: arquivo pessoal.

VANTAGENS

Para ela: “Ter alguém com interesse em comum e coisas em comum para fazer é maravilhoso para o casal, ficamos muito mais unidos.”

Para ele: “Ter uma parceira de dança que também é namorada é muito bom, por tê-la perto sempre, podemos treinar a hora que quisermos ou sair para viajar pra um congresso ou evento de dança de última hora, ter a pessoa ali topando tudo com você é muito bom.”

DESAFIOS

Para ela: “Muitas vezes, temos opiniões opostas sobre certos assuntos de dança e escola. Isso é desafiador, pois nós dois somos da dança e damos aula, sabemos do que estamos falando.”

Para ele: “Claro que por ter uma parceira e namorada de dança, não temos a mesma liberdade. Às vezes as alunas ou pessoas em festas ficam sem graça de chamar pra dançar por estarmos acompanhados.”




Nathalia e Alexey


Namorados, se conheceram através da dança na escola de dança de salão que participam e dançam juntos até hoje. Um marco no namoro dos dois e o que os aproximou muito foi a apresentação ‘’Idas e Vindas’’ de zouk na qual fizeram o casal principal da coreografia. Veja o vídeo aqui.

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Nathalia e Alexey. Créditos: arquivo pessoal.

VANTAGENS

Para ela: “O parceiro geralmente é mais cavalheiro, o casal tem mais sintonia e é mais uma maneira de se divertir juntos.”

Para ele: “As vantagens? Nunca ficamos parados em festas.”

DESAFIOS

Para ela: “A única desvantagem seria quando outras pessoas não conseguem entender que uma dança pode acontecer sem interesse, tirando isso, são só vantagens."

Para ele: “Desafios? Dentro da escola, nenhum. Meus ciúmes que às vezes me deixa encabulado por ela dançar com estranhos em festa, até porque, dependendo da festa os homens normalmente querem outra coisa, não só dançar.”

Claro que as vantagens são muito maiores que os desafios. Namorar alguém que também dança só tem a somar na nossa vida e na nossa dança. É muito importante para um casal ter estilos de vida semelhantes, interesses em comum e uma paixão para curtirem e dividirem juntos. E você, tá esperando o que para convidar aquele crush para dançar? Quem sabe não é a partir daí que vocês vão caminhar juntos nos passos da dança?!

Casais da dança: juntos nessa paixão – Era uma vez um xote...

A música é lenta, o casal dança agarradinho e o coração bate mais forte envolvido por um xote. Clarissa e Felipe, Jessyca e Carlos, Ângela e Paulo são casais forrozeiros que se apaixonaram ao som de uma sanfona.


Hoje eu vou contar mais três histórias de amor da série Casais da dança - juntos nessa paixão. Mais especificamente do forró, um ritmo delicioso e envolvente que sempre deixa corações apaixonados por aí. Acho que dá pra ler o post ao som de um xote bem gostoso para entrar nas histórias...

CLARISSA VIEIRA <3 FELIPE JÚLIO

A história desses dois se mistura à história da escola de forró Pé Descalço de Juiz de Fora, afinal são eles os diretores da unidade e responsáveis por muitos forrozeiros da cidade saberem dançar bem um forrozinho hoje. 

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Felipe e Clarissa, professores de forró na Escola Pé Descalço. Créditos: Priscila Machado.

O PD JF foi inaugurado em 2013, mas a história desse casal começa em 2009 quando se conheceram numa balada sertaneja. O primeiro encontro já teve a ver com pé, porém, um pé quebrado que Felipe estava e não podia dançar. Mas mesmo assim, foi corajoso para ir conversar com Clarissa, na época uma adolescente de 16 anos emburrada sentada na mesa com os adultos que a levaram para aquela bendita festa (no dia ela achava que era maldita!rs). A sintonia foi imediata e já anunciava a harmonia que o casal teria também na dança, o que fica evidente quando se vê os dois dançando.

Mas assim como é difícil dirigir uma escola e fazê-la crescer, o namoro dos dois também teve algumas batalhas antes de assumirem um compromisso. Foram 2 anos ate o início do namoro. Felipe já dançava e fazia aulas de dança de salão, Clarissa só dançava em festas com as amigas. Mas a aproximação do casal trouxe a menina para a dança e fez com que os dois se desenvolvessem juntos em vários estilos, como o samba, soltinho, bolero e zouk, mas o que fazia o coração deles bater mais forte era o forró. Por isso, começaram a procurar as aulas do Pé Descalço em Belo Horizonte e se apaixonaram pelo estilo da escola.

Depois de um tempo de dedicação à dança, os dois, sempre juntos, foram convidados pelos diretores do Pé Descalço de BH para abrirem uma unidade em Juiz de Fora. Um dos requisitos que os fizeram ser escolhidos foi exatamente a sintonia do casal e envolvimento e comprometimentos deles com a dança. Juntos eles já eram mais fortes do que imaginavam.

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Juntos há 5 anos, o casal já fez aulas de vários estilos de dança de salão, mas se apaixonaram pelo forró.
Créditos: Michael Lopes.
Atualmente Clarissa e Felipe tem 5 anos de namoro e passaram muita coisa juntos, não só pessoalmente como na dança. Mesmo sendo muito novos, abriram uma escola de forró em Juiz de Fora, estudam e trabalham além de darem aulas, viajam constantemente para BH para cursos de professores, aulas particulares, reuniões administrativas e exames de colares. Chegaram juntos no penúltimo nível de colar, o da roda preta avançada, e continuam trabalhando com muita dedicação e humildade para pegarem o último colar do Pé Descalço, o colar vermelho, que representa paixão, nada mais em consonância do que a história, a dança e as aulas desse casal. 

Graças a eles e essa paixão que exalam pela dança e um pelo outro, o forró em Juiz de Fora cresce constantemente, hoje são mais de 70 alunos na escola e muitos apaixonados pelo forró graças à sementinha que eles plantam todos os dias. Tudo isso por causa de um pé quebrado, ainda bem! Rs

ANGELA COELHO <3 PAULO VIDAL


“Nosso corpo se aproximou para dançar juntos, nesse momento sumiu tudo e parecia que só tínhamos nós dois e a música no mundo.” É assim que Paulo descreve a primeira dança que teve com Angela, há pouco mais de 7 meses em um forró de Juiz de Fora. Apesar de serem da dança e terem costume de dançar com várias pessoas, eles sentiram que aquela dança era diferente e desde esse dia não se desgrudaram mais.

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Juntos ha 7 meses, o casal Angela e Paulo se envolvem cada vez mais um com o outro e com a dança.
Créditos: arquivo pessoal.

Ela já dança há alguns anos, começou em São Paulo com dança de salão e depois de passar um tempo fora do país, ao voltar para o Brasil e vir morar em Juiz de Fora, logo procurou uma escola de dança. Ele dança há 10 anos e há 7 já dá aulas de dança de salão em Barbacena, sua cidade natal, e nas cidades próximas. 

No dia que se conheceram, Angela só queria sair para dançar um pouco, precisava extravasar e foi pela segunda vez naquele forró. Paulo, que há 2 anos não vinha em Juiz de Fora dançar, também foi cheio de energia para a noite toda. Mal sabiam eles que iam se apaixonar naquele dia ao som de uma sanfona.

Mesmo Angela não trabalhando com dança, o casal não consegue pensar hoje na vida dos dois sem a dança. Atualmente fazem aulas de forró juntos em Juiz de Fora e sempre que podem treinam. Além de mais da metade dos programas do casal ser festas para dançar. A paixão pela dança cresce no mesmo ritmo que eles se conhecem e se apaixonam, embalados por um forró gostoso e envolvente.

JESSYCA BARBOSA <3 CARLOS KREPP


Sabe aquele casal que se completa? Que não se desgrudam e você nem consegue mais imaginar um sem o outro? Esses dois são assim, exalam amor e sintonia! Ela morena, ele loiro. Ela com o jeito encantador de menina, mas com seriedade de uma mulher. Ele com a empolgação de um menino, mas os sonhos de um homem. Ele dá a condução na dança e na vida, ela desenvolve o passo e vive de forma leve e elegante. Ele ensina um movimento na aula, ela completa com os seus toques. Ele é ar, ela é água. Ele é 5, 6 e ela 7 e 8.

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Carlos Krepp e Jéssyca Barbosa, namorados, parceiros e professores de dança de Juiz de Fora. Créditos: arquivo pessoal.

Mas toda essa sintonia não podia ser imaginada por eles quando se conheceram numa aula de dança. Jessyca, na época com 16 anos, fazia balé no seu bairro e foi convidada por um professor da mesma escola a fazer aulas de outros ritmos no centro da cidade. Carlos estava na mesma escola dando aula de zouk e quando viu Jessyca dançar logo notou que a menina tinha potencial e a convidou para fazer mais aulas. Logo ela já era bolsista da escola de Krepp.

Carlos dança há 12 anos e dá aulas de dança de salão há 4, desde 2014 tem sua própria escola, o Espaço In Dança. Jessyca dança desde os 7 anos, começou com aulas de jazz e balé clássico, desde que começou a dançar com Carlos se desenvolveu também na dança de salão. Com histórias tão diferentes e mundos distantes, os dois não podiam imaginar que iam se conhecer pela dança e se envolver.

A leveza e consciência corporal que Jessyca tem por causa do balé, se encaixaram perfeitamente nos estilos de dança que Krepp ensinava e gostava, como o zouk e o forró. Krepp então começou a ficar encantado pela menina, que também se encantava a cada dia que conhecia novos passos e possibilidades na dança. 

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Por morar longe do centro e pelas aulas de dança serem até tarde da noite, Krepp ficou com a responsabilidade perante a mãe de Jessyca de levá-la em casa quando necessário. Com isso, o os dois começaram a se aproximar e perceberam que o encantamento não era só pela dança, mas também um pelo outro.

O casal está junto há mais de um ano e levam o compromisso que tem com a sua relação e com a dança muito a sério. Estão sempre em busca de novos conhecimentos, cursos e estão sempre treinando juntos. Jessyca agora dá aulas no In Dança e também no Pé Descalço junto com Krepp. E quem é aluno sabe que ter aula com esse casal é realmente inspirador e apaixonante, como eles!

Ahh, é incrível como a dança aproxima e une as pessoas. Veja também outra história linda da série Casais da dança - juntos nessa paixão - do casal de professores Carla e Joseph
Quem nunca se deixou levar e envolver nem que seja por uma música não sabe o que é dançar e se apaixonar! 

Casais da dança: juntos nessa paixão – Carla Marins e Joseph Santos

Quando os parceiros de dança Carla e Joseph descobriram que não era só a dança que os unia, mas também o amor um pelo outro, tiveram que batalhar muito para ficarem juntos


O amor está no ar...e no nosso caso, nos pés também! Hehe A dança é uma arte apaixonante e com amantes muito fiéis. Muitas pessoas já tem uma história de amor com a dança. Mas quando através da dança um casal se conhece e se apaixona, ahhh....aí fica tudo mais lindo ainda! Eu fui atrás dessas histórias incríveis de casais que se conheceram na dança e trouxe para vocês se emocionarem e se inspirarem. Vou postar durante a semana essas histórias, para encher os dias de vocês de amor e emoção (sim, estou extremamente melosa depois dessas histórias rs).

CARLA MARINS <3 JOSEPH SANTOS


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Carla Marins e Joseph Santos, professores na escola Magia da Dança em Juiz de Fora.
Créditos: arquivo pessoal.

Carla é formada em educação física, mas desde que conheceu a dança, investiu e começou a trabalhar na área. É professora de balé clássico e jazz. É proprietária e professora na escola Magia da Dança, que já tem 25 anos. Joseph é bailarino e coreógrafo, também é professor na Magia da Dança, além de trabalhar com produção de eventos infantis no Magia Produções.

Quem vê hoje esse casal lindo dançando, felizes e trabalhando com dança, não imagina a grande e emocionante história deles e o quanto batalharam para ficarem juntos.

Eles se conheceram quando Joseph tinha 9 anos e foi participar de uma coreografia na escola de dança de Carla. O perceptível talento do menino para a dança chamou atenção dela, que o convidou para fazer aulas na turma infantil. Nessa época, Carla não podia imaginar que aquele garotinho um dia ia ser o homem da sua vida.

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Joseph e Carla se conhecem ha 22 anos apaixonados pela dança e hoje um pelo outro.
Créditos: arquivo pessoal.

Joseph sempre se destacou na escola, tanto pelo talento na dança, como pela educação e carinho que tinha por todos. Uma cena marcante na lembrança de Carla é quando os alunos iam se despedir dela no final da aula e faziam uma fila para dar um beijo de despedida na professora. Joseph sempre ficava por último na fila, deixando até os colegas passaram na sua frente. Uma vez questionado sobre isso, o esperto menino respondeu: “Os outros podem te dar vários beijos, mas o último e que ficará marcado sempre será o meu”. Carla sempre via tudo como carinho de criança com a professora e o tratava como tal.

O tempo passou e Joseph foi crescendo como rapaz e evoluindo na dança. Já dava aulas com Carla e trabalhavam juntos em apresentações de dança. Mesmo sendo mais novo, Joseph sempre foi um rapaz muito maduro para sua idade, o que chamava atenção de Carla e os aproximavam muito como amigos e parceiros de dança. Mas...quando o amor acontece, não tem como negar ou evitar. E com o tempo os dois perceberam que não eram só apaixonados pela dança, mas também um pelo outro. 

Mas os desafios de ficar juntos eram maiores do que os passos de dança que treinavam exaustivamente para suas apresentações. Carla estava saindo de um relacionamento longo. A diferença de idade também era algo que assustava não só os amigos e familiares de ambos, mas eles mesmos. Carla comenta que foi um choque quando percebeu que estava apaixonada por um rapaz 16 anos mais novo que ela e um aluno seu que viu crescer. Era uma mistura de emoções dentro dela, e hoje ela vê como esse sentimento mudou com o tempo, como ela mesma diz “Ora ele foi meu filho, ora meu aluno, meu amigo, meu parceiro de dança, e agora pai do meu filho e meu marido”.

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Antes de ficarem juntos como casal, Carla e Joseph eram parceiros de dança. Créditos: arquivo pessoal.

Mas para o amor nada é impossível, sei que parece clichê, mas a história desses dois é prova disso...os dois decidiram ficar juntos e enfrentar tudo e todos. E a maior prova de que esse amor era real foi quando Carla, que até então não queria ter filhos, sentiu o desejo de externar ainda mais o seu amor e quis ser mãe, ficou grávida. O filho do casal nasceu com uma doença que somente 20% dos casos sobrevivem, mas o pequeno Ruan sobreviveu sem nenhuma sequela - é o único sobrevivente em Minas Gerais -, e hoje é uma criança super saudável, linda e feliz. Fruto de um amor que era para acontecer.

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O pequeno Ruan, filho do casal. Créditos: arquivo pessoal.

Atualmente o casal trabalha juntos como professores de dança na Magia da Dança e vivem da dança e da arte. Carla comenta que quando as pessoas perguntam para o casal, “ Desde quando vocês estão juntos?”, ela responde, “Desde sempre.”, afinal se conhecem desde que ele tinha 9, tem 22 anos. Mas eu diria que são 22 anos nessa vida, porque história bonita e emocionante como essa com certeza é muito mais antiga, rs.

E mesmo juntos há tanto tempo, o casal não perde o romantismo. No final da minha entrevista com Carla, feita pelo Whats App (tecnologia taí pra ajudar quem não tem muito tempo!), ela encaminhou os áudios emocionantes que me mandou contando a história do casal para o marido. Quando ele chegou em casa, estava com os olhos até inchados de chorar e não deixou de homenagear a mulher que sempre amou, olha o que ele levou pra casa hoje:

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Homenagem que Joseph fez à Carla depois de ouvir seu
depoimento sobre a histórias dos dois para esse post.

A história desses dois daria um livro, mas como eu tive que resumir espero que tenham gostado e se emocionado assim como eu quando fiz a entrevista. É lindo ver como a dança aproxima e envolve as pessoas e como para o amor não há barreiras ou limites, nada é mesmo impossível quando se ama e se faz o que ama.

Fiquem de olho que logo tem mais história linda de amor na dança. Espero que se sintam inspirados! Para os solteiros, quem sabe também não encontram um grande amor na dança. Só ficar esperto, afinal, o seu amor pode estar a um passo...de dança!

Tipos de danças de salão [1]: valsa, bolero e soltinho

Conheça um pouco mais dos principais tipos de danças de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora


Como muitos já sabem ou perceberam, apesar de ser apaixonada por todo tipo de dança, meu coração e meus pezinhos mexem mais fortes nas danças de salão. Como diz minha professora de dança de salão, Silvana Marques, “a dança a dois é como um abraço”. E é essa troca de energia que eu acho uma delícia nesses tipos de dança. Por isso resolvi falar um pouco sobre os principais tipos de danças de salão que são ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora.

principais tipos de danças de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora
Pose clássica do bolero, uma dos principais tipos de danças de salão.

O QUE É A DANÇA DE SALÃO – UM POUQUINHO DE HISTÓRIA


As danças de salão são caracterizadas por serem dançadas em par, uma pessoa de cavalheiro e a outra de dama – tradicionalmente um homem e uma mulher. E nomeia-se como “de salão”, pois têm suas origens nos grandes salões nobres da Europa e geralmente se precisa mesmo de locais espaçosos para dançá-las.

As danças de salão nasceram na Europa no século XV e XVI, como forma de lazer e interação social da nobreza. Na época das colonizações, assim como outros aspectos da cultura europeia, a dança foi disseminada para os países colonizados e com o tempo, as tradicionais danças de salão se misturaram com as formas populares locais das colônias, no caso do Brasil, por exemplo, com as danças africanas, indígenas e, mais tarde, com as típicas de outros povos que imigraram para o Brasil.

principais tipos de danças de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora
As danças de salão originaram nos bailes da nobreza europeia. Créditos: assinatura da ilustração na imagem.
Uma das primeiras danças de salão a surgir foi a valsa, que deu base para outros tipos de danças de salão que nasceram posteriormente. E esse processo de mistura de danças e ritmos continua acontecendo até hoje, cada vez mais surgem novos estilos originados de combinações de danças ou passos.

PRINCIPAIS TIPOS DE DANÇAS DE SALÃO PRATICADOS NAS ESCOLAS DE DANÇA DE JUIZ DE FORA


Com todas essas novidades, os estilos hoje considerados como dança de salão são diversos e variam de acordo com a localidade e cultura. Mas hoje vamos nos ater a conhecer os principais tipos de dança de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora, que são aqueles principais ensinados nas aulas nomeadas de "dança de salão". Algumas oferecem esses estilos em turmas específicas e outros estilos como as danças latinas (batchata, salsa, zouk, rumba, merengue, chá-chá chá entre outras), as estadunidenses (West coast, east coast, fox troat), por exemplo.

Claro que falar de cada tipo de dança de salão que existe daria fácil um ou mais posts para cada uma, tamanha complexidade e variedade do tema. Mas hoje vou apenas apresentar de forma mais superficial e visual alguns tipos de danças de salão, dividindo esse post em dois. O objetivo é apresentar as principais danças de salão para os que não conhecem muito ainda, para poderem visualizar melhor cada tipo e, quem sabe, gostar e querer experimentar.

VALSA


Apesar de não ser mais comumente ensinada nas escolas de dança de salão, fiz questão de falar da valsa, pois segundo muitos estudiosos de dança de salão, como a autora e estudiosa Maristela Zamoner, a valsa é uma das primeiras danças de salão a surgir. De origem campestre, a valsa se destacou como dança na Áustria e na Alemanha. A palavra “valsa” tem origem na palavra alemã “waltzen”, que traduzida quer dizer “dar voltas”.

Hoje em dia no Brasil a valsa é mais praticada em bailes debutantes e casamentos. Existem dois principais tipos de valsa: a valsa vienense e a valsa inglesa, ambas de mesma origem e base, porém desenvolvidas em locais diferentes e sendo a segunda uma variação mais lenta da primeira. Como o significado do nome diz, a valsa é caracterizada por muitas voltas no salão, a postura dos dançarinos é sempre muito ereta e olhos fixos um no outro.

O primeiro vídeo pra ilustrar a valsa é a apresentação da Cia Pablo Henrique no Encontro das Estrelas 2016 (aproveita e veja a seleção que fiz de outros vídeos do Encontro aqui). Os casais dançam com muita sintonia e leveza, tá lindo de ver essa valsa.


Esse segundo vídeo é da dança do filme Cinderela (2015). É uma valsa bem bonita e representa muito bem a origem da dança, grandes salões da nobreza e roupas típicas de antigamente. Eu sou suspeita para falar porque amo contos de fada, mas vai me dizer que não é emocionante?!



BOLERO


Uma dança lenta, romântica e suave. Com o tradicional “dois pra lá, dois pra cá”, o bolero tem uma base simples, mas ganhou outras formas no Brasil, que incorporou alguns movimentos como o trocadilho, caminhadas, cruzados e giros.

A origem exata do bolero ainda gera polêmica, alguns dizem que nasceu na Europa, outros dizem que foi em Cuba. Mas a forma do bolero que mais conhecemos no Brasil é a cubana, embora o bolero seja muito tradicional também em outros países como Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, México, Peru, Venezuela , Uruguai e Argentina.

Eu acho o bolero uma das danças mais envolventes e românticas. Veja abaixo o vídeo dos professores Pedro França e Luísa Canda, dançarinos e professores da Academia Baiana de Dança de Salão (ABDS), que mostra os principais passos de bolero.


Não tem como deixar de colocar um vídeo do Jaime Arôxa dançando bolero, considerado um dos maiores profissionais da dança do país.


SOLTINHO


Assim como o próprio nome diz, o soltinho é uma dança realmente solta, que apesar de ser dançada a dois e com condução, é bem livre, animada e de fácil improvisação de passos. O soltinho é um estilo de dança do Brasil, com marcação de tempo ternário, mas muito parecido com as danças norte-americanas como o west cost swing, lindy lop, fox troat, por exemplo. São passos com muitos giros, trabalhos de pernas e pés, além das improvisações.

Diferente de outras danças citadas, o soltinho não é também um ritmo musical. Mas existem muitas músicas que o soltinho se encaixam bem como rock dos anos 50, 60 e 70, pop rock, músicas da época disco (anos 70), pops, eletrônicas e funk.

Para ilustrar, um vídeo de uma apresentação de soltinho com a música típica dos anos 60, Banho de Lua, da Celly Campello.


E um vídeo do Jimmy Oliveira, também considerado um dos melhores profissionais e dançarinos do Brasil, dançando soltinho ao som de Colombina, do Edi Motta. Veja como eles brincam e se divertem na música, o soltinho é isso, muita animação e improvisação.


Bom pessoal, como o assunto é extenso, resolvi dividir esse post em dois para ficar mais fácil a leitura e absorção das informações. A valsa, o bolero e o soltinho são danças de salão muito importante para a composição de um dançarino de dança de salão, pois dá muita base de ritmo, peso e contrapeso, giros e contato com o par. Vale a pena experimentar!

No próximo post eu vou falar do samba e do forró, que são danças mais agitadas e com bastante variações de estilos e passos. Têm muitos vídeos lindos que selecionei para vocês. Aguardem.

Principais fontes utilizadas para este e o segundo post sobre Tipos de danças de salão:
http://www.infoescola.com/artes/valsa/
http://www.gentequedanca.com/ritmos/bolero/
http://www.emmanuelsocrates.com.br/modalidades/ritmos-de-danca/soltinho
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/06/conheca-origens-e-evolucao-do-forro-o-ritmo-da-festa-de-sao-joao.html
http://www.dancaempauta.com.br/site/2016/02/o-samba-de-gafieira-e-seus-sotaques/
http://www.marcoantonioperna.com.br/blog2/index.php?entry=entry000101-115150

Onde dançar em Juiz de Fora


Do balé clássico e jazz, passando pelas danças urbanas, folclóricas, do ventre, à dança de salão e contemporânea. O que não falta é opção de dança em Juiz de Fora. Ainda bem.

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Aula de balé clássico na escola Ballet Misailidis. Créditos: foto divulgação.
Todo mundo fala que a minha terrinha tem uma ótima qualidade de vida. Juiz de Fora não é uma cidade pequena, também não é uma grande metrópole. É perto do Rio, de BH, a algumas horas de São Paulo. Têm boas escolas, faculdades, hospitais, indústrias, muitos bares e restaurantes, variadas opções de entretenimento, e claro, muita dança.

Exatamente por estar perto de grandes metrópoles, a cena de dança de Juiz de Fora acaba sendo muito influenciada por essas cidades, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o que faz com que tenhamos variados estilos de dança ensinados por aqui. Com isso, também conseguimos não ficar muito atrás nas tendências que surgem e é fácil buscar mais conhecimento e atualizações.

onde dançar em Juiz de Fora
Aula de dança de salão na escola Estação Cultural. Créditos: foto divulgação.
Por isso tudo, consigo afirmar que há onde dançar em Juiz de Fora sim. Eu ainda não consegui calcular todos – e espero que com o desenvolvimento do blog eu consiga conhecê-los -, mas são mais de 30 locais para aprender a dançar em Juiz de Fora, sem dúvida. Falo desde escolas de dança mais estruturadas e oficiais à projetos e grupos informais que se reúnem para trocar conhecimento e praticar a dança.

Para ajudar a divulgar essas escolas e projetos de ensino e prática de dança, criei aqui no blog uma página com a lista dos locais onde dançar em Juiz de Fora, os estilos ensinados e os contatos. Tem para todos os gostos. São locais e escolas realmente boas, com ótimos profissionais, qualificados, experientes, sempre atrás de novos conhecimentos.

onde dançar em Juiz de Fora
Aula de forró na escola Pé Descalço. Créditos: foto divulgação.
Então se você está começando a coçar o pézinho de vontade de aprender a dançar, corre lá e procura uma que mais lhe agrada e dê os primeiros passos.

Já as escolas que tem interesse em serem divulgadas aqui no blog, é só acessar a página e preencher o formulário com as informações que logo vocês estarão lá também fazendo parte da divulgação. 

Bora dançar que a vida aqui é muito curta! \o