Saiba como foi a 4ª edição do Dança Terê, os workshops e apresentações dos melhores profissionais de dança de salão do Brasil
O que dizer desse evento que eu acabei de conhecer, mas já considero pakas?!haha Essa famosa frase dos depoimentos de Orkut encaixa certinho na sensação que tivemos após fazer a cobertura do Dança Terê 2017, em Teresópolis. Apesar de já acompanhar à distância, foi nossa primeira vez no evento e já estamos apaixonados esperando pela próxima edição.
A energia do Dança Terê é incrível! Desde a equipe organizadora que além de super competente e organizada, é pra lá de animada e transborda alegria, se divertindo muito durante o evento, apesar da responsa. Os bolsistas também foram sucesso. Todos muito atenciosos e empolgadíssimos em ajudar. Os profissionais de dança então nem se fala, é muito talento e técnica reunida em um só lugar. Toda aula era descontraída, animada e empolgante. Você sai de um evento desse tendo mais certeza que a dança é mesmo transformadora!
Para sentir como foi a energia do Dança Terê 2017, confira o after movie que produzimos mostrando os melhores momentos:
Workshops do Dança Terê 2017
Geeente, pensa num lugar só com OS MELHORES profissionais de dança de salão do Brasil. Foi muita loucura! Vimos (mas não conseguimos participar infelizmente. Ossos do ofício!) aulas dos melhores profissionais de cada estilo, os especialistas mesmo em bolero, samba, zouk, samba funkeado, forró, bachata, kIzomba, salsa e outros. E mais: uma aula pra lá de especial do carismático e talentoso mestre Jaime Arôxa. Um show à parte!.
O mais legal é que tinham aulas para todos os níveis de pessoinhas dançantes. Os workshops eram divididos em 3 salas: iniciante, intermediário e avançado. E os congressistas podiam escolher qual das 32 aulas fazer a cada rodada. Isso durante os 3 dias de evento. Ou seja, você podia fazer uma aula de samba avançando e logo depois uma de bachata iniciante.
No final de cada workshop, além do muito conhecimento, a gente ainda assistia ao improviso do casal de professores mostrando o conceito ou movimento daquela aula. Veja abaixo alguns deles:
Quando eu disse que a equipe do Dança Terê arrasa, eu não tava brincando. Os bailes estavam simplesmente MA-RA-VI-LHO-SOS! A decoração, estrutura, organização, tudo nota mil! Na sexta, foi um baile à fantasia temático de astros do cinema (veja abaixo algumas fotos). Com dois ambientes: um latino, com a banda Mano a Mano e outro de dança de salão. Já no sábado, foi a noite do preto e branco, um baile de gala com a banda Alto Astral. Os djs eram o Dj Chan e Dj Rapha [link].
Nos dois dias de baile também tiveram apresentações de dança dos profissionais que participaram do evento. Se os improvisos já foram maravilhosos, imaginam a coreografia. Confira alguma delas e babem:
É claro que já estamos à mil trabalhando no after movie do evento pra conseguir mostrar mais e melhor para vocês como foi o Dança Terê 2017. Aguardem! [Atualizado em 08/01] Finalizamos o after movie e inserimos no início deste post! Curtam, comentem e compartilhem! \o
Os melhores profissionais de dança de salão do Brasil juntos num final de semana fantástico em Teresópolis. Se preparam para o IV Dança Terê!
Ei pessoinhas dançantes do meu coração! Estamos com mais um evento na agenda para fazermos a cobertura: o IV Dança Terê, que acontece nos dias 3, 4 e 5 de novembro (pós-feriado de finados) lá em Teresópolis.
O Dança Terê já é um evento consagrado no meio da dança de salão e eu já ficava babando vendo os vídeos das apresentações todos os anos. Eram sempre os melhores profissionais, só gente f0da e uma energia incrível. E, após trabalhar com a Andrea Mello no For All A Festa (veja tudo que rolou no evento neste post aqui), tivemos a oportunidade de estar juntos novamente no Dança Terê. E eu to como?! Amaaando!
Claaaro que fizemos aquele vídeo chamado para mostrar tudo que espera por vocês, confira aí:
IV DANÇA TERÊ: VEJA TUDO QUE VAI ROLAR ESSE ANO
Para celebrar a sua 4ª edição, o Dança Terê esse ano está ainda mais maravilhoso! Os melhores professores de dança de salão do Brasil, vários estilos de dança: samba, forró, bolero, tango, batchata, zouk e muito mais. E a participação especial do mestre Jaime Arôxa! Confira todas as atrações:
Quem é amante da dança de salão e quer aprimorar sua dança não pode ficar fora desta festa! E quem está procurando uma oportunidade para aprender a dançar e ainda curtir um feriado gostoso em Terê, também já tem o seu lugar!
Nós, com certeza, estaremos lá e mostraremos tudo para vocês nas nossas redes sociais. Se você ainda não nos acompanha, a hora é agora: Facebook e Instagram do Nos Passos da Dança.
Saiba mais informações no site do evento: http://www.dancatere.com.br
Ou diretamente com as organizadoras: Andrea: (21) 99621-0098 ou Máyra: (21) 99702-9218.
Bolero Fest: romantismo, suavidade e paixão num só evento
Quem é apaixonado pela dança de salão normalmente suspira ao ver um casal dançando um lindo bolero. E foi cheios de suspiros e envolvidos num clima de muito romantismo que participamos do Bolero Fest, evento que ocorreu no dia 6 de novembro, no Círculo Militar, em Juiz de Fora.
O Bolero Fest foi organizado
pelos professores Adriana Franco e Derly Jacob, da escola Arte em Movimento Danças de Salão. O evento contou com 10 horas de workshops e reuniu diversos
professores de dança de salão de Juiz de Fora e de Petrópolis. Foi isso o que
achei mais interessante: conseguir reunir em um só evento professores de
escolas diferentes, o que é bem incomum na cidade (os eventos normalmente são
feitos por cada escola e chamam só professores de fora, não há muito a participação
das outras escolas). Essa diversidade de conhecimentos vindos dos melhores
profissionais em um só evento foi espetacular. Por mais eventos assim!
O Bolero Fest também teve um
baile especial, no qual os professores do workshop se reuniram para uma grande
ronda de bolero. Foi lindo demais ver todos aqueles profissionais competentes e
dançarinos maravilhosos juntos. Foi uma apresentação emocionante, vejam:
POR QUE O BOLERO É UMA DAS PRIMEIRAS DANÇAS QUE SE APRENDE NA DANÇA DE SALÃO?
O que mais ouvimos nas nossas entrevistas é que o bolero é uma dança muito boa para os iniciantes. De acordo os professores do evento, além de ser uma das danças mais antigas e tradicionais da dança de salão, o bolero pode ser utilizado como ferramenta de aprendizado para os iniciantes, pois ajuda muito na assimilação de conceitos básicos e primordiais da dança de salão como: postura, equilíbrio, condução, ritmo e relação inter casal. Os alunos que aprendem o bolero conseguem captar melhor a essência da dança de salão.
A professora Natália Paletta, da escola Balladines, comenta que pelo bolero ser uma dança mais lenta, você tem mais tempo pra pensar na execução dos passos e com isso disciplina seu corpo para as outras danças. Pra depois pensar mais rápido quando for dançar ritmos mais ágeis. O professor Júlio Franco, da escola Balliamo, acrescenta ainda que o bolero ajuda muito na questão postural, pois é uma dança que pede uma postura mais ereta e firme, o que ajuda também nas outras danças.
MOVIMENTOS E CONCEITO BÁSICOS (E SUAS EVOLUÇÕES) DO BOLERO
Por ter alunos já envolvidos com a dança de salão e que já tinham contato com o bolero, os workshops foram bem voltados para o aprimoramento da dança, sempre passando conceitos e técnicas com o intuito de dar algo a mais do que os alunos aprendem nas aulas do dia a dia.
POSTURA E ABRAÇO
O professor Júlio Franco falou sobre a importância da postura no bolero, que é mais elegante, ereta e firme, por ser uma dança mais clássica e tradicional. Porém, ressaltou a importância de se distinguir a postura formal – essa mais técnica, quando se está dançando com pessoas até então desconhecidas; da postura informal – mais relaxada, sem deixar de ser elegante, quando se está dançando com um par mais conhecido. “No caso do bolero você tenta passar a mensagem de uma alma suave e romântica, a postura tem que ser condizente”, comenta o professor.
CONDUÇÃO
Os professores Jailton Justino, da escola Scenarium e Pedrinho Alves, da Academia de Dança Pedrinho Alves, abordaram o conceito da condução de uma forma muito diferente e bonita. Para eles, a condução começa quando o cavalheiro avista a dama no salão, estende a mão, a convida pra dançar, abraça, se posiciona para começar a dança. Para eles, tudo começa ali. “Isso pra mim é condução: corpo com corpo, pele e energia. Toda preparação antes da dança em si, já é a condução”, comenta Jailton.
TROCADILHO, LEQUE E SUAS VARIAÇÕES
O professor Júlio Franco, trabalhou também com o trocadilho, passo clássico do bolero. Mas passou questões técnicas, como o movimento do quadril, que ajudam a deixar o passo com mais desenvoltura. Os professores Elis Pires e Anísio Basílio, da escola Espaço Arte Cultural Pires Basílio, trabalharam o leque e suas variações, com movimentos de efeitos diferentes no leque tradicional.
TEMPO, CONTRATEMPO E TEMPO LISO
Os professores Maximilliam Santos e Renata, da escola Balliamo, exploraram os conceitos de tempo, contratempo e tempo liso. A ideia é trabalhar um mesmo passo em tempos diferentes, usando a mesma música, porém fazendo com a sua dança fique mais criativa saindo da rotina de 123. “Não que iremos deixar de usar o 123, mas, com isso, o cavalheiro e a dama passam a ter mais possibilidades e recursos para poder usar em suas danças”, comenta Max.
CONCEITOS MAIS COMPLEXOS NO BOLERO
Outros professores exploraram conceitos mais complexos na dança bolero, como a questão do sentimento na dança, que os professores Pablo Silva e Silvana Marques, da escola Estação Cultural, abordaram, destacando a importância de se dançar sentindo a música e tentando expressá-la, sem ficar preso aos movimentos e figuras convencionados. “Somos muito levados pelo desejo de dançar, de fazer figuras e gestos técnicos. Ás vezes, a pessoa até tem repertório, mas não sente a dança, não coloca sentimento, e aí fica uma dança sem expressão ou com a expressão vazia”, explica Pablo.
O professor petropolitano Pedrinho Alves, explorou os conceitos de equilíbrio, tempo de música e expressão corporal, mostrando como os cavalheiros podem se dedicar a movimentos mais suaves e equilibrados e, com isso, enxergar saídas diferentes das tradicionais.
Também de Petrópolis, o professor Leandro Marques, do A2 Studio de Arte e Dança, trouxe movimentos mais elaborados para o salão. A ideia é mostrar movimentos para “as pessoas não ficarem no meio do salão sem conseguirem sair do lugar e se movimentar direito. Para que os casais comecem a circular o salão dançando, de forma simples, mais dinâmica.”, explica Leandro.
BOLERO ESTILIZADO
Mesmo a dança de salão tendo se popularizado mais nos últimos anos, ainda temos alguns estereótipos vigentes na cabeça de alguns, como o de que “bolero é coisa de gente velha”. Provavelmente por ser uma dança antiga, tradicional e realmente muito dançada por pessoas mais velhas (pois eram da época delas), ocorre essa ligação direta. Mas cada vez mais vemos jovens dançando o bolero também.
Porém, diante desse estereótipo ainda corrente e da percepção por parte de grandes profissionais da dança de salão que o bolero estava se perdendo um pouco, surgiu-se há poucos anos uma proposta mais moderna e atual para o bolero, que se caracterizou como bolero estilizado ou bolero moderno.
No Bolero Fest tivemos um workshop só de bolero estilizado com os professores Marcelo Santos e Mariana Eveling, da Academia Marcelo Santos. Marcelo explica que a proposta do bolero estilizado não é só conceitual, para agradar os jovens, mas para inovar mesmo a dança para todos os públicos. “O bolero estilizado é uma reformulação do bolero tradicional para o contemporâneo. Não é uma modificação radical, mantém as raízes, a movimentação básica, só se adapta à atualidade”, explica Marcelo.
O bolero estilizado tem inovação tanto na música, aproveitando e utilizando músicas mais contemporâneas (por isso a aceitação maior dos jovens), quanto na técnica, com conceitos de mais movimentação e dinâmica entre o casal e do casal no salão (no bolero tradicional acaba que a dama aparece e se movimenta mais).
E para finalizar essa matéria linda e cheia de amor, compilamos tudo que vivemos nesse dia romântico num vídeo sobre o evento. Espero que consigam sentir a energia boa que rolou no Bolero Fest, que babem com as danças lindas que tivemos, que os participantes morram de saudade e que todos fiquem com muita vontade de ir no próximo!
Conheça um pouco mais dos principais tipos de danças de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora
Como muitos já sabem ou perceberam, apesar de ser apaixonada por todo tipo de dança, meu coração e meus pezinhos mexem mais fortes nas danças de salão. Como diz minha professora de dança de salão, Silvana Marques, “a dança a dois é como um abraço”. E é essa troca de energia que eu acho uma delícia nesses tipos de dança. Por isso resolvi falar um pouco sobre os principais tipos de danças de salão que são ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora.
Pose clássica do bolero, uma dos principais tipos de danças de salão.
O QUE É A DANÇA DE SALÃO – UM POUQUINHO DE HISTÓRIA
As danças de salão são caracterizadas por serem dançadas em par, uma pessoa de cavalheiro e a outra de dama – tradicionalmente um homem e uma mulher. E nomeia-se como “de salão”, pois têm suas origens nos grandes salões nobres da Europa e geralmente se precisa mesmo de locais espaçosos para dançá-las.
As danças de salão nasceram na Europa no século XV e XVI, como forma de lazer e interação social da nobreza. Na época das colonizações, assim como outros aspectos da cultura europeia, a dança foi disseminada para os países colonizados e com o tempo, as tradicionais danças de salão se misturaram com as formas populares locais das colônias, no caso do Brasil, por exemplo, com as danças africanas, indígenas e, mais tarde, com as típicas de outros povos que imigraram para o Brasil.
As danças de salão originaram nos bailes da nobreza europeia. Créditos: assinatura da ilustração na imagem.
Uma das primeiras danças de salão a surgir foi a valsa, que deu base para outros tipos de danças de salão que nasceram posteriormente. E esse processo de mistura de danças e ritmos continua acontecendo até hoje, cada vez mais surgem novos estilos originados de combinações de danças ou passos.
PRINCIPAIS TIPOS DE DANÇAS DE SALÃO PRATICADOS NAS ESCOLAS DE DANÇA DE JUIZ DE FORA
Com todas essas novidades, os estilos hoje considerados como dança de salão são diversos e variam de acordo com a localidade e cultura. Mas hoje vamos nos ater a conhecer os principais tipos de dança de salão ensinados nas escolas de dança de Juiz de Fora, que são aqueles principais ensinados nas aulas nomeadas de "dança de salão". Algumas oferecem esses estilos em turmas específicas e outros estilos como as danças latinas (batchata, salsa, zouk, rumba, merengue, chá-chá chá entre outras), as estadunidenses (West coast, east coast, fox troat), por exemplo.
Claro que falar de cada tipo de dança de salão que existe daria fácil um ou mais posts para cada uma, tamanha complexidade e variedade do tema. Mas hoje vou apenas apresentar de forma mais superficial e visual alguns tipos de danças de salão, dividindo esse post em dois. O objetivo é apresentar as principais danças de salão para os que não conhecem muito ainda, para poderem visualizar melhor cada tipo e, quem sabe, gostar e querer experimentar.
VALSA
Apesar de não ser mais comumente ensinada nas escolas de dança de salão, fiz questão de falar da valsa, pois segundo muitos estudiosos de dança de salão, como a autora e estudiosa Maristela Zamoner, a valsa é uma das primeiras danças de salão a surgir. De origem campestre, a valsa se destacou como dança na Áustria e na Alemanha. A palavra “valsa” tem origem na palavra alemã “waltzen”, que traduzida quer dizer “dar voltas”.
Hoje em dia no Brasil a valsa é mais praticada em bailes debutantes e casamentos. Existem dois principais tipos de valsa: a valsa vienense e a valsa inglesa, ambas de mesma origem e base, porém desenvolvidas em locais diferentes e sendo a segunda uma variação mais lenta da primeira. Como o significado do nome diz, a valsa é caracterizada por muitas voltas no salão, a postura dos dançarinos é sempre muito ereta e olhos fixos um no outro.
O primeiro vídeo pra ilustrar a valsa é a apresentação da Cia Pablo Henrique no Encontro das Estrelas 2016 (aproveita e veja a seleção que fiz de outros vídeos do Encontro aqui). Os casais dançam com muita sintonia e leveza, tá lindo de ver essa valsa.
Esse segundo vídeo é da dança do filme Cinderela (2015). É uma valsa bem bonita e representa muito bem a origem da dança, grandes salões da nobreza e roupas típicas de antigamente. Eu sou suspeita para falar porque amo contos de fada, mas vai me dizer que não é emocionante?!
BOLERO
Uma dança lenta, romântica e suave. Com o tradicional “dois pra lá, dois pra cá”, o bolero tem uma base simples, mas ganhou outras formas no Brasil, que incorporou alguns movimentos como o trocadilho, caminhadas, cruzados e giros.
A origem exata do bolero ainda gera polêmica, alguns dizem que nasceu na Europa, outros dizem que foi em Cuba. Mas a forma do bolero que mais conhecemos no Brasil é a cubana, embora o bolero seja muito tradicional também em outros países como Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, México, Peru, Venezuela , Uruguai e Argentina.
Eu acho o bolero uma das danças mais envolventes e românticas. Veja abaixo o vídeo dos professores Pedro França e Luísa Canda, dançarinos e professores da Academia Baiana de Dança de Salão (ABDS), que mostra os principais passos de bolero.
Não tem como deixar de colocar um vídeo do Jaime Arôxa dançando bolero, considerado um dos maiores profissionais da dança do país.
SOLTINHO
Assim como o próprio nome diz, o soltinho é uma dança realmente solta, que apesar de ser dançada a dois e com condução, é bem livre, animada e de fácil improvisação de passos. O soltinho é um estilo de dança do Brasil, com marcação de tempo ternário, mas muito parecido com as danças norte-americanas como o west cost swing, lindy lop, fox troat, por exemplo. São passos com muitos giros, trabalhos de pernas e pés, além das improvisações.
Diferente de outras danças citadas, o soltinho não é também um ritmo musical. Mas existem muitas músicas que o soltinho se encaixam bem como rock dos anos 50, 60 e 70, pop rock, músicas da época disco (anos 70), pops, eletrônicas e funk.
Para ilustrar, um vídeo de uma apresentação de soltinho com a música típica dos anos 60, Banho de Lua, da Celly Campello.
E um vídeo do Jimmy Oliveira, também considerado um dos melhores profissionais e dançarinos do Brasil, dançando soltinho ao som de Colombina, do Edi Motta. Veja como eles brincam e se divertem na música, o soltinho é isso, muita animação e improvisação.
Bom pessoal, como o assunto é extenso, resolvi dividir esse post em dois para ficar mais fácil a leitura e absorção das informações. A valsa, o bolero e o soltinho são danças de salão muito importante para a composição de um dançarino de dança de salão, pois dá muita base de ritmo, peso e contrapeso, giros e contato com o par. Vale a pena experimentar!
No próximo post eu vou falar do samba e do forró, que são danças mais agitadas e com bastante variações de estilos e passos. Têm muitos vídeos lindos que selecionei para vocês. Aguardem.
Principais fontes utilizadas para este e o segundo post sobre Tipos de danças de salão:
http://www.infoescola.com/artes/valsa/
http://www.gentequedanca.com/ritmos/bolero/
http://www.emmanuelsocrates.com.br/modalidades/ritmos-de-danca/soltinho
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/06/conheca-origens-e-evolucao-do-forro-o-ritmo-da-festa-de-sao-joao.html
http://www.dancaempauta.com.br/site/2016/02/o-samba-de-gafieira-e-seus-sotaques/